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{Diário de Viagem} Nosso roteiro de 4 dias em Santiago: dias 03 e 04

27 de janeiro de 2017

Oi!!! Os posts por aqui andam mega atrasados... Hoje finalmente a segunda parte do roteiro de Santigo!

Os dois primeiros dias do nosso roteiro de viagem em Santiago você já viu aqui, hoje seguimos com a segunda parte da viagem.

Dia 03 (Sexta-feira)

Começamos o dia super cedo para irmos às estações de esqui com a van que havíamos acertado no dia anterior. Saímos as 07 da manhã, fizemos toda aquela viagem de passar nos hotéis buscar outros passageiros (por isso não gosto de excursão e prefiro fazer tudo por conta própria).

Começamos a viagem e tivemos duas paradas antes de chegar ao Vale Nevado: primeiro, paramos para tomar café da manhã em um posto e na sequência paramos para alugar roupas na loja mais comum, no Km. 04. 

Chegamos no Vale Nevado pelas 10h30min, passeamos por lá, conhecemos tudo, tivemos nosso primeiro contato com a neve, ficamos admirando a paisagem, os esquiadores e uma das coisas mais fofas que eu já vi: crianças bem pequenas esquiando vestindo fantasias de monstrinhos.
Ficamos umas 2 horas por lá e logo seguimos para uma região de neve fora dos centros de esqui onde as excursões param para que os visitantes tenham um contato mais livre com a neve. Ficamos uma hora ali, é onde as famílias mais se divertem, jogando bolas de neve, fazendo bonecos, rolando na neve...

Depois, seguimos para El Colorado, estação de esqui mais barata que o Vale Nevado e com mais opções para quem não quer esquiar, tem varias atividades alternativas, mas a dica é comprar os tickets das aquividades assim que chegar na estação.

Nós chegamos no Colorado e fomos para os restaurantes para almoçar, com vista para a cordilheira branquinha. É deslumbrante toda essa paisagem.



Acabamos ficando por ali e só fizemos um passeio nas cadeiras panorâmicas (R$50 por pessoa) para conhecer todo o lugar. Saímos às 16h30min, fizemos uma parada para devolver as roupas alugadas e seguimos para Santiago. 
Esquiar ou não? Como era nossa primeira vez e não teríamos muito tempo, optamos por conhecer e aproveitar nossa primeira experiência com a neve, por isso decidimos não esquiar e foi a melhor opção, pois o tempo lá é curto. Eu só esquiaria se tivesse um segundo dia disponível por lá ou fosse minha segunda vez no Vale Nevado.
Alugar roupas ou não? Minha ideia inicial, como não íamos esquiar, era não alugar, mas fomos convencidos pelas meninas que estavam com a gente na van de que até com a roupa adequada íamos nos molhar. Alugamos então calças e botas (o preço por peça é de cerca de R$80,00) e foi uma boa decisão.
Ah, vale dizer que nós optamos por esse passeio por mais de uma estação exatamente pela opção de não esquiar e apenas passear. Se você pretende praticar algum esporte na neve é melhor passar o dia todo no mesmo lugar!

Chegamos no hotel, deixamos a mochila que estávamos carregando e fomos ao mercado que ficava das quadras depois do hotel para comprar vinhos, cerveja, azeite de oliva... enfim, tudo que queríamos trazer para o Brasil.

Depois das compras, foi só o tempo de tomar banho e logo saímos para jantar no Pátio Bellavista, uma espécie de shopping aberto só de restaurantes. Segundo o motorista do Uber, é coisa de brasileiro. E ele estava certo, só brasileiros por lá, local super turistão e preços absurdos, mas vale conhecer e explorar o lugar que é uma delícia.

Comemos ceviche e tomamos drinks em um restaurante peruano, caminhamos bastante para conhecer tudo e voltamos para o hotel exaustos.

Dia 04 (Sábado)

Pela manhã arrumamos as malas, fizemos o check out e deixamos a bagagem no depósito do hotel para aproveitarmos o último dia. Não tínhamos um roteiro definido para o último dia, sempre deixamos esse dia aberto em viagens, com a intensão de repetir algum passeio, conhecer lugares que só descobrimos quando chegamos lá ou fazer um passeio que estava no roteiro mas deixamos de fazer.

Tomamos café da manhã no Castaño e começamos o passeio pelo Cerro Santa Lucia, seguimos ao Museu Nacional de Belas Artes. Ambos são gratuitos.

Ao sair do museu fomos pegar o metro para chegar no restaurante Ocean Pacific's, indicado pela guia que nos acompanhou no dia anterior. Ele é todo temático, simulando um navio e especializado em frutos do mar óbvio.


Olhando da rua, ele passa despercebido, com um paredão azul sem qualquer detalhe que chame atenção. Ao entrar, através de uma porta/escotilha, você já percebe o clima todo cheio de detalhes.

Depois do almoço fomos caminhando de volta ao centro da cidade para trocarmos algum dinheiro e nos deparamos com um desfile cultural no centro de Santiago.

Seguimos do centro para Pueblito los Dominicos, uma feira permanente de artesanato, com a intenção de comprar alguma lembrança tradicional do Chile, mas foi mais um lugar turistão, nada muito diferente ou tradicional, esperava muito mais.

Aproveitamos que estávamos ali para experimentar o mote com huesillos, uma bebida densa que leva trigo e um pêssego inteiro. Estranho e muito doce, mas não dá para deixar de provar.

De lá fomos ao shopping para comer alguma coisa rapidinho antes de voltar ao hotel para buscar as malas. Aqui uma dica importante: fique longe dos shoppings no final de semana. As filas eram quilométricas para tudo, especialmente na praça de alimentação.

Voltamos de metrô até o apart para pegarmos as malas e logo chamamos um Uber para nos levar ao aeroporto de Santiago e foi super tranquilo (tirando o medo do motorista por causa dos taxistas de lá... igualzinho no Brasil).

Espero que compartilhar nosso roteiro ajude você a organizar a sua viagem e não deixe de ver os outros posts que estão recheados de dicas sobre a cidade.

E logo, logo tem post com os preços de Santiago e o vídeo de compras! 


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Lista de compras (permanente) de viagem

7 de outubro de 2016

Depois que gravei o vídeo de comprinhas de Santiago (logo, logo ele está aqui), percebi como algumas coisas sempre se repetem nas minhas viagens e são constantes nas minhas listinhas de compras. Aliás, muitas coisas que eu precisarei na viagem acabo deixando de levar para comprar já no destino.

A gente sabe que no Brasil sofremos com preços absurdos por conta dos impostos e da alta procura de produtos que em outros locais não são tão visados. Por isso, uma viagem internacional é sempre oportunidade para estocar alguns produtinhos amados ou experimentar algo que você não tem coragem de comprar no Brasil.

Vamos à listinha!

Shampoo e condicionador

Eu nunca carrego esses itens na mala, deixo para comprar logo na chegada em um supermercado, pois preço costuma ser a metade do que custa no Brasil.
Geralmente aproveito para comprar pelo menos um par das linhas Frizz Ease e Blonde da John Frieda, que eu gosto bastante e tem em todo lugar, e se encontrar alguma outra linha ou marca interessante trago também.
Ah, só para exemplificar, a linha Frizz Ease geralmente custa fora do Brasil pelo menos a metade do preço cobrado aqui.

Lenços demaquilantes

Os mesmos lencinhos que aqui custam na faixa de R$25 por aqui, eu sempre comprei em viagens pagando entre R$8 e R$10, então não levo na mala demaquilante na mala e compro lencinhos já no primeiro dia. Gosto de comprar os lenços da Nivea ou da L'oreal, que pra mim são ótimos.

Dermocosméticos

Esses produtinhos, que aqui no Brasil são super caros, tem preço bem amigo no exterior. Nivea, Neutrogena, L'oreal, La Roche-Posay, Clinique... a marca você escolhe, mas não deixe de comprar produtos para a pele porque além de serem um bom investimento, os preços compensarão!
Os meus preferidos são os demaquilantes (marca e tipo depende do valor e do que fico com vontade de testar no dia) e a linha 3-Step, da Clinique (nunca falta, tenho tamanho normal, versão mini para viagem e comprei a masculina pro marido = AMO!). 


Máscara de cílios da Maybelline

Apesar de não serem caras aqui no Brasil, fora elas custam bem menos e como são ótimas, sempre acabo comprando em supermercado ou farmácia quando viajo. Desse viagem ao Chile acabei não trazendo para tentar usar as que tenho até o fim, pois minhas máscaras acabam ressecando por falta de uso (ou excesso de quantidade), mas são um ótimo investimento de viagem.

Bebidas

Dependendo do local, muda o meu foco, mas nos mercados de fora comprar vodca, uísque, tequila e vinha costuma ser mais barato. É claro que no México a mala veio com mais tequilas, na Argentina focamos nos vinhos, mas as bebidas em geral são mais baratas.
Só pra exemplificar, compramos uma garrafa de Jack Daniels para compor nossa bandeja/bar em um Walmart de Playa del Carmen (México) e pagamos uns R$80! Sério!!


Molhos e geleias 

Apesar de o motivo da compra não ser exatamente o preço alto no Brasil, coloquei nessa listinha porque sempre tem algum ingrediente local que eu acabo experimentando e querendo trazer embora, geralmente são molhos e geleias locais que vem com a gente na mala e garantem o gostinho da viagem por algum tempo.
Do México trouxemos muitos e muitos tipos de pimenta (temos até hoje), da Argentina sempre os doces de leite, do Chile trouxemos geleia de framboesa e cada destino procuro uma coisa nova para trazer na mala.

E você o que sempre compra quando viaja?

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{Diário de Viagem} Nosso roteiro de 4 dias em Santiago

8 de setembro de 2016

Como eu já contei aqui, meu marido e eu estivemos em Santiago no início de agosto para miniférias (e comemorar nosso primeiro aniversário de casamento), aproveitando 4 dias completos por lá com um roteiro que foi super proveitoso e suficiente para conhecer o principal da cidade.


Nossa viagem começou em Florianópolis, de onde saímos às 19h com destino à Guarulhos. De lá, partimos quase meia-noite para Santiago.

Dia 01 (Quarta-feira) 

Chegamos no aeroporto de Santiago por volta de 3h e assim que pegamos as malas fomos em busca de transfer para o apart. Pesquisei em alguns balcões e logo decidimos pela Delfos, pagando $6.900 por pessoa (cerca de R$38) em uma van coletiva. Levamos uns 30 min do aeroporto até o hotel, localizado no centro da cidade.

Acordamos pelas 9h e saímos em busca de café da manhã (optamos pela reserva sem café da manhã, pois o café do apart não tinha recomendações muito boas no TripAdvisor), chegando no Starbucks depois de umas 4 quadras.

Próximo passo foi trocar dinheiro, o que fizemos na Rua Agustinas, e seguimos caminhando até a Plaza Conztituicion, onde fica o Palacio de La Moneda, sede do governo e onde acontece, em dias alternados, a troca de guarda. (Antes de ir, verifique se no dia da sua visita haverá troca de guarda nesse link).

Continuamos nosso roteiro à pé pelo centro, fomos até o Palácio da Justiça e chegamos à Plaza de Armas, que é o marco zero de Santiago e local onde está a lindíssima Catedral Metropolitana.

{Diário de Viagem} Dicas gerais: que você precisa saber antes de ir para Santiago

24 de agosto de 2016

 Créditos da foto: @leosvalle
Voltei!!! No meio desse tempo longe do blog eu tirei mini férias com o marido e fomos conhecer a cidade de Santiago, no Chile.

Organizar uma viagem é pra mim das coisas mais divertidas de se fazer e eu amo ler diários de viagem pela internet, especialmente quando me deparo com dicas reais (detesto roteirinho no estilo pacote turístico de excursão).

Viajamos pro Chile depois de eu ter lido muito sobre o local e os passeios, mas foi um dos destinos mais complicados para encontrar informações atuais e dicas que fugissem do lugar comum.

Por isso resolvi contar pra vocês como foi a nossa viagem, nosso roteiro, quanto custa passear por lá e trazer todas as dicas que coletei por lá. Está pensando (ou sonhando) com um passeio por Santiago? Então vem comigo que eu tenho muito pra te contar.

Nesse primeiro post trago um pouquinho das dicas gerais sobre a cidade de Santiago, sobre a organização da viagem e alguns pontos que você precisa saber antes de ir ao "sul do mundo".

A viagem

Nosso voo partiu de Florianópolis, fizemos uma escala rápida em São Paulo (Guarulhos) e seguimos para Santiago. Na volta, fizemos o caminho inverso, mesma escala. Voamos com a Latam e não tivemos problema com atraso de voo, tudo correu muito bem.
Ah, Guarulhos é o ponto principal de partida dos voos para Santiago e esse trecho leva em cerca de 5 horas.

O transporte

O traslado entre aeroporto e hotel fizemos com uma empresa de transfer que nos cobrou 6.900 pesos por pessoa em van coletiva, mas a viagem é super rápida, em cerca de meia hora estávamos no hotel.
Já na cidade utilizamos metrô e Uber apenas. O metrô tem tarifas diferentes conforme o horário (fora do horário do rush custava 660 pesos o passe)  e você ainda precisa adquirir a tarjeta Bip (cartão do metrô) por 1.500 pesos para poder utilizar o metrô.
O Uber funciona super bem por lá, apesar de ter a mesma resistência dos taxistas que acontece no Brasil. O valor é parecido com o daqui e, é claro, mais barato que táxi.
O único passeio de excursão que fizemos foi o transfer até as estações de esqui, que adquirimos de um dos muitos vendedores de excursões que nos abordaram, e que estava com preço ótimo em comparação aos demais (pagamos $15.000,00 por pessoa, enquanto a média era $25.000,00).

Destinos internacionais para viajar economizando nas tarifas conforme o mês do ano

10 de março de 2016

No post passado eu falei que você precisa saber qual o período de baixa temporada do seu destino escolhido ou que deve saber quais lugares estão em baixa temporada nas datas que você dispõe para viajar.

Então, hoje eu voltei com um post que vai te ajudar a economizar na hora de viajar: vou contar quais os lugares que estão na baixa temporada (e por isso ficam mais baratos) a cada mês do ano!

É importante lembrar, antes de começar a lista, que alguns períodos como ano-novo e feirados locais podem elevar os valores mesmo que a data esteja dentro da época de baixa temporada.

Ah, diz o Skyscanner que as passagens podem sair até 28% mais baratas se você escolhe a época certa para viajar... Então, salva essa lista!!

Janeiro

Nova Iorque: a época é de muito frio, mas, além dos melhores preços, você pode ver a decoração de natal e aproveitar a neve.
Londres: invernão e neve na europa, mas preços mais baixos em uma das cidades mais caras para se visitar compensam a época.

Fevereiro

Barcelona: nesse período, com média de 18 graus, a cidade tem um clima de inverno agradável e que não vai te fazer querer hibernar no hotel.
Egito: os preços são mais acessíveis nesse período que antecede o alto verão egípcio.

Março

Las Vegas: os climas são amenos e ideais para passeios ao ar livre (média de 20 graus) e os preços são mais convidativos.
Italia: é o inicio da primevera, ainda friozinho, ou seja, um clima agradável para passeios a pé.



Como economizar ao comprar passagens aéreas e hospedagem

1 de março de 2016

Quando eu organizava a nossa viagem de lua de mel descobri vários truques e dicas que me ajudaram a encontrar passagens e diárias com preços legais (e com isso ter mais dinheiro para gastar em compras e passeios).
Aprendi que organização e planejamento são a chave para conseguir ótimas tarifas. Hoje quero compartilhar algumas dicas com vocês:


Acompanhe os sites especializados

Vários sites fazem todo o trabalho pesado de correr atrás de ofertas e preços especiais praticados pelas companhias aéreas mundo afora.
Para conseguir aproveitar as promoções divulgadas nesses sites, vale baixar os aplicativos e ativar as notificações, vale assinar via e-mail... 
Assim você fica ligado nos preços e aprende quais são as promoções que realmente valem a pena, foi assim que eu percebi que as passagens para o México estavam baixando e consegui uma ótima tarifa.
Se já está com um destino em mente, aí mesmo que você precisa usar todos os artifícios para saber das ofertas assim que divulgadas. 
Meu preferido é o Melhores Destinos, mas também acompanho o Passagens Imperdíveis.

Utilize os buscadores de tarifa

Alguns sites fazem uma varredura na internet para encontrar a melhor tarifa na internet, não apenas nos sites das companhias aéreas e redes de hotel, mas em sites como Decolar.com e agências.
O melhor, na minha opinião, é o Skyscanner. Também sugiro o Kayak, que tem a mesma função.
O Tripadvisor é o meu buscador favorito quando se trata de achar as melhores tarifas de hospedagem (e também para realizar o planejamento da viagem) e o Trivago cumpre muito bem a mesma função.


Guia Buenos Aires: comida, outlets e outras dicas

23 de fevereiro de 2016

Hoje encerro o Guia Buenos Aires com algumas dicas sobre comida, outlets e sugestões de programas além daqueles que coloquei no roteiro.


Esse é um post para você imprimir e levar junto junto para consultar quando precisar!!

Sobre comidas e bebidas

Carnes, empanadas, alfajores e medialunas. Quando se fala em comida argentina são estes itens os mais lembrados.

Carnes

As carnes tem nomes estranhos, mas são cortes que conhecemos:


A carne pode chegar à mesa mais crua do que o brasileiro está habituado. Por exemplo, se pedir ao ponto, você poderá deparar com uma peça bem​ malpassada.

Guarde essas palavras: jugosa (malpassada), a punto (ao ponto) ou cocida (bem passada).


Acompanhamentos básicos: ensalada mixta e ​papas fritas ​(papa é a palavra para batata​)​. 

A papa frita pode vir nas variações rejilla (em rodelas fininhas), españolas (tipo soufflé), a la provenzal (com alho e salsinha por cima) além das clássicas, a papa frita bastón. Ah, tem também a papa rústica, que é assada com casca e geralmente vem com tomilho ou alecrim temperando. 

A ensalada mixta é alface, cebola e tomate. Geralmente, trazem também dois molhinhos para a carne: a salsa criolla (vinagrete) e o chimichuri. 

Guia Buenos Aires: Roteiro completo para 4 dias

16 de fevereiro de 2016

Agora que já falamos sobre como começar a se organizar e o que levar para Buenos Aires, vamos pensar no roteiro.

Acredito que em 4 dias você consegue conhecer e aproveitar o melhor de BsAs, então mesmo que chegue num final de tarde ou de noite, vamos pensar que na chegada você vai apenas explorar os arredores do hotel e escolher um restaurante por perto para sua primeira experiência gastronômica.


Antes de começar a ler o meu roteiro, lembre-se: pare para um café sempre que passar por um Havana e pare para tomar sorvete sempre que passar por um Freddo. Vale muito, sempre!

Vamos ao roteiro?!

Dia 01 - City tour pelos principais pontos da cidade e Palermo Soho
Seja contratando o serviço com uma agência, seja usando um ônibus hop on - hop off, o city tour é a melhor maneira de conhecer os pontos turísticos e ter uma noção geral da cidade.
Pontos que não tem tanto o que fazer, como a Floralis Genérica (aquela linda escultura de flor de metal Plaza de las Naciones Unidas).

O city tour também passa por La Boca e pelo Caminito, permanecendo tempo suficiente para conhecer ambos sem que você precise dedicar mais um dia naquela região.

Em La Boca a arte é efervescente. Há artesanato, telas de artistas locais e quadros originais que podem servir de lembrança do local. 

Lá também há dançarinos de tango pelas ruas, cantores, estátuas vivas... Também é sede de La Bombonera, o estádio do Boca Juniors.

Na região existem várias lojinhas e galerias de artesanato e lembranças.

Ao final do city tour pare para almoçar e siga pelo centro, conheça a Calle Florida, rua cheia de lojinhas e ambulantes. É na Florida que estão grandes lojas como a Falabela (mega loja de departamentos) e a Zara. Também estão lá filiais da Isadora e da Todo Moda, duas lojas de acessórios muito famosas pelos preços e pela variedade.

Termine o passeio na Galerias Pacífico, um shopping lindo com lojas chiquérrimas, considerado ponto turístico por sua arquitetura espetacular. Uma volta para conhecer é indispensável. 
Ah, o shopping possui uma filial da MORPH (uma mistura de Tok e Stok e Imaginarium com preços mais legais, ou seja, parada obrigatória).

Vá para o hotel, descanse um pouco e prepare-se para a noite no tango.

Guia Buenos Aires: sobra mala, dinheiro e documentos

9 de fevereiro de 2016



Já decidiu quando e como ir? Agora é hora de pensar em tudo que você precisa levar!

ARRUMANDO AS MALAS

Buenos Aires é uma cidade plana e o melhor jeito de conhecê-la é caminhando, portanto, calçados confortáveis para andar muito.
Roupas leves e confortáveis são sempre a melhor escolha para viajar.
Para a noite do tango (sempre tem a noite dele) uma roupa mais chic é bem vinda. Nada de gala, apenas um pouco mais social.

A minha experiência pessoal com o clima em BsAs eu já contei aqui.

No verão
Por Buenos Aires ser uma cidade arborizada, em janeiro os mosquitos estão por toda a parte: não esquecer o repelente!!
Protetor solar, sempre!
Chapéus para os adeptos e óculos de sol também devem estar na mala.
Um casaquinho, pois sempre pode esfriar...

No inverno
Um casacão para colocar por cima de qualquer que seja sua roupa.
Luvas e cachecol.
Protetor labial para não rachar os lábios e passar a viagem todo com essa dorzinha.

Peso máximo das bagagens
Em regra as viagens para Bs As tem as mesmas limitações que as viagens nacionais.
Despachada – 23 kg.
De mão – 5 kg.


DOCUMENTOS EM MÃOS
Um dos lugares mais tranquilos para se viajar em relação à burocracia é a Argentina:
- Não precisa de vacinas especificas.
- Não precisa de visto.
- Só exige identidade ou passaporte em mãos.

O cuidado aqui é prestar atenção no tipo de documento e na data de expedição!
Não são aceitas carteiras funcionais (OAB, CRM, CREA...), nem carteira de habilitação, apenas identidade ou passaporte.
Apesar de não haver data de validade na identidade, documentos antigos ou ilegíveis são recusados. Então, o documento deve ter menos de 10 (dez) anos, nenhuma rasura e sua fotografia deve ser reconhecível.
Para crianças, é recomendável que o documento tenha menos de um ano de expedição, afinal eles crescem (e mudam) super rápido...

Ah, uma dica que vale para todas as viagens: tenha uma bolsinha/carteira para manter os documentos de viagem juntos e em um lugar de fácil acesso durante todo o trajeto. Passagens, voucher de hotel, contato do transfer - se contratou -, documento pessoal, receita médica - se estiver levando algum remédio... Facilita muito a sua vida e agiliza as filas!

Guia Buenos Aires: Por onde começar?

2 de fevereiro de 2016

Eu amo planejar cada detalhe das minhas viagens, a expectativa cresce durante a organização e o passeio é muito mais bem aproveitado sabendo onde e como ir, além de ser mais interessante visitar os lugares sabendo sua história.
Então, antes de cada viagem eu procuro relatos, leio blogs e sites especializados, vejo no Trip Advisor os comentários de hotéis, restaurantes e atrações que quero visitar...
E assim como eu amo diários de viagem, acredito que tem muita gente que planeja suas viagens assim.
Por isso, resolvi trazer pra cá a minha experiência e todas as dicas que colecionei planejando minhas viagens.

E hoje eu começo um guia prático sobre Buenos Aires, um lugar que eu amei visitar (estive lá em 2011 e 2013) e tenho muita vontade de retornar.

Tem muita coisa pra contar nesse post. Vamos lá?


O primeiro passo é decidir quando ir

CLIMA
Você deve considerar o clima da cidade, que bastante semelhante ao sul do Brasil - estações do ano definidas, com inverno bem frio e verão bem quente.
Considere também que o período de invernão é alta temporada, o que encarece os serviços e deixa a cidade lotada!
Transcrevo aqui as considerações da Mariana, dona do blog My Villa Crespo, um dos mais completos e detalhados sobre o assunto que conheci:
Buenos Aires tem as quatro estações do ano bem definidas: calor que nem o brasileiro no verão (temperatura rondando os 30 graus), árvores com folhas secas no outono e friooo no inverno (é um frio suportável, mas tem que vir preparado), muitas flores e entardeceres mais longos na primavera (dias lindos!).Vale lembrar que nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro – verão – a temperatura pode superar os 30° durante o dia, chegando até a 37° em alguns dias de extremo calor., com alta umidade. Em abril/maio (outono) e setembro/outubro (primavera), os dias são mais amenos, mas pode esfriar bruscamente ao anoitecer. Durante os meses de junho, julho e agosto – inverno – faz frio de verdade, podendo chegar a 1° ou 2° C durante a madrugada. Mas também é uma época muito gostosa para visitar a cidade. Aliás, cada estação tem seu encanto por aqui.
Minha experiência pessoal
Viajei em abril/2012, fui esperando o mesmo calorzinho que fazia aqui em Santa Catarina e passei frio (vento gelado e intenso) no primeiro dia, pois estava de shorts jeans, regata e rasteirinha. Já para sair à noite precisei comprar uma meia-calça na Calle Florida. Sorte que sempre carrego um casaquinho, me salvou nos outros dias.
Já na segunda viagem, em janeiro/2013, pegamos dias mais quentes e com pouco vento. Mesmo à noite não chegamos a sentir frio, mas ficava fresquinho para usar um cardigã ou blusinhas finas de manga longa.
Aliás, aqui uma dica pessoal: leve sempre uma peça correspondente à estação oposta (camiseta curta no inverno e casaquinho no verão).

FERIADOS
Cheque o calendário argentino para evitar os feriados nacionais, isso pode afetar seus passeios e até mesmo sua estadia no hotel.

QUANTO TEMPO FICAR
Para aproveitar bem a cidade, recomendo pelo menos 04 dias inteiros por lá.
Mas Buenos Aires é um destino bem flexível, é possível conhecer o melhor da cidade em 03 dias, mas também tem muitas atrações para permanecer por mais de uma semana.
Vamos falar de roteiro e passeios num próximo post, mas tente programar sua viagem para 04 ou 05 dias.

Escolhida a época e o tempo no destino, é hora de pesquisar passagens aéreas e escolher o hotel.